Na minha habitual volta pelos blogs, dei com esta foto no sokedih.
Até por aqui se vê como tudo é efémero. Antigamente escrevia-se nas árvores de forma a deixar uma marca para a eternidade. Hoje escreve-se com corrector, não sei porquê...
Na minha habitual volta pelos blogs, dei com esta foto no sokedih.
Até por aqui se vê como tudo é efémero. Antigamente escrevia-se nas árvores de forma a deixar uma marca para a eternidade. Hoje escreve-se com corrector, não sei porquê...
Em 1900, para a Exposição Mundial, foi construída uma moderna estação ferroviária e um hotel. Até ao início da II Guerra Mundial, a estação serviu todo o sudoeste de França. O edifício foi “reconvertido” em Museu em 1986.































O serviço de mesa é preto e branco e de estilo contemporâneo. Sobre ele, o fabricante diz que se trata de "Um jogo de preto e branco com linhas ondulantes que se movem ao sabor das notas deste estilo musical". Para variar os contrastes e dotar a mesa de alguma alegria, a toalha é toda colorida, inspirada no artesanato de Viana do Castelo, com desenhos simples e ditos que parecem ter sido escritos por crianças.
Para o jantar houve fondue com muito mais molhos que os que aparecem nas fotos. Foi acompanhado por duas sangrias: uma normal e outra um pouco mais "puxada" com Rum.
De sobremesa foi servida uma bela mousse de maracujá.
Para acabar esta publicação, quero agradecer a uma pessoa que tornou possível este jantar. Obrigado pela paciência, pela dedicação, por tudo o que tens sido para mim.
O arco do triunfo foi mandado erguer por Napoleão Bonaparte para comemorar as suas vitórias militares. Foi inaugurado em 1836 e em 1920 foi construído o Túmulo do Soldado Desconhecido.




À noite, comecei a explorar diferentes gastronomias, mas isso fica para uma outra publicação.