Quando cheguei a casa, quis saber a história que envolvia esta carta.
Após alguma pesquisa fiquei a saber que Crowley era alguém que se designava a si próprio como “o homem mais perverso do mundo”. Gostava que os outros o apelidassem por “A Besta 666” ou “o homem mais maligno da Inglaterra” e era considerado persona non grata, louco e diabólico.
Por estes motivos, por estar ligado à magia negra ou por ter trabalhado como agente duplo na Guerra Mundial, teria muitos inimigos e daí a necessidade de simular o suicídio. Para tal, contou com a conivência de Fernando Pessoa (foi quem reconheceu os objectos pessoais de Crowley) e do jornalista Augusto Ferreira Gomes (encarregado de espalhar a notícia).
Mas o que teria alguém com estas características com Fernando Pessoa?
É que Fernando Pessoa, teve uma fase em que “mergulhou” na Astrologia. Ao ler uma revista da especialidade, Fernando Pessoa notou que Crowley teria dado um erro no horóscopo publicado. Escreveu a Crowley com a finalidade de o corrigir e o autor ficou deslumbrado com a cultura de Pessoa e deu início a uma intensa troca de correspondência.
Sobre este excerto da carta:
L.G.P. seria o nome místico da Mulher Escarlate (nome que Crowley atribuía às suas mulheres e amantes, utilizadas como médiums nas suas magias negras)Ano 14 seria um ano de uma cronologia especial utilizada por Crowley;
Sol em Balança seria a prova que a carta teria sido escrita após o dia 22 de Setembro (importante para a investigação policial);
HISOS seria uma palavra mágica;Tu Li Yu era um sábio chinês que viveu três mil anos antes de Cristo.
24 outubro 2005
Boca do Inferno
17 outubro 2005
Caminhadas
Domingo foi mais exigente. Muni-me de relógio de treino e banda cardíaca ao peito e foram 6,5 kms num ritmo pouco exigente pois convém recomeçar moderadamente.15 outubro 2005
Reencontro
14 outubro 2005
Petição pela língua portuguesa
11 outubro 2005
TEXAS - Red Book (actualização)
É no que dá ser fã de um grupo. No dia 1 de Setembro publiquei a foto que pensava ser a capa do próximo álbum dos TEXAS. Hoje é oficial que a escolha da capa é a que publico acima.10 outubro 2005
Noite eleitoral - Autárquicas 2005
06 outubro 2005
The Corrs - Home
Os fãs por todo o mundo pediram mais música tradicional irlandesa e deram o mote para que Caroline Corr sugerisse aos irmãos um regresso à fundação do grupo há 15 anos atrás.05 outubro 2005
Dia Mundial dos Professores
04 outubro 2005
O grande irmão nas estradas portuguesas (Post 100)
29 setembro 2005
Uma noite para partilhar
Hoje vai ser uma noite para partilhar. No Casino Estoril.
Mafalda Veiga - Uma noite para comemorar
Esta é só uma noite para partilhar
qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro
um lugar a salvo para onde correr
quando nada bate certo
e se fica a céu aberto
sem saber o que fazer
esta é uma noite pra comemorar
qualquer coisa que ainda podemos salvar do tempo
um lugar pra nós onde demorar
quando nada faz sentido
e se fica mais perdido
e se anseia pelo abraço de um amigo
esta é uma noite para me vingar
do que a vida foi fazendo sem nos avisar
foi-se acumulando em fotografias
em distâncias e saudade
numa dor que nunca cabe
e faz transbordar os dias
esta é uma noite para me lembrar
que há qualquer coisa infinita como o firmamento
um sorriso, um abraço
que transcende o tempo
e ter medo como dantes
de acordar a meio da noite
a precisar de um regaço
26 setembro 2005
Maratona de Lisboa 2005
Saída do autocarro (muita cabecita até à partida)
Era tanto pessoal que ao chegar à partida já tinham passado dez minutos.
O ponto alto já se vislumbrava

A margem norte já começava a ficar mais perto. Do topo da ponte já se via bem a zona da Expo.

Muito tímida a lua marcava presença.

E aqui o ponto alto da passagem.

De facto trata-se de uma obra imponente!

A descida para sair da ponte. Cinco quilómetros já estavam...

Pode ser que brevemente a volte a passar, mas a pé só para o ano.

E finalmente a entrada no último quilómetro.

Fim! Boa semana para todos!
24 setembro 2005
Maratona de Lisboa

Lá vai no Mar da Palha o Cacilheiro, comboio de Lisboa sobre a água: Cacilhas e Seixal, Montijo mais Barreiro. Pouco Tejo, pouco Tejo e muita mágoa. Na Ponte passam carros e turistas iguais a todos que há no mundo inteiro, mas, embora mais caras, a Ponte não tem vistas como as dos peitoris do Cacilheiro. Leva namorados, marujos, soldados e trabalhadores, e parte dum cais que cheira a jornais, morangos e flores. Regressa contente, levou muita gente e nunca se cansa. Parece um barquinho lançado no Tejo por uma criança. Num carreirinho aberto pela espuma, la vai o Cacilheiro, Tejo à solta, e as ruas de Lisboa, sem ter pressa nenhuma, tiraram um bilhete de ida e volta. Alfama, Madragoa, Bairro Alto, tu cá-tu lá num barco de brincar. Metade de Lisboa à espera do asfalto, e já meia saudade a navegar. Leva namorados, marujos, soldados e trabalhadores, e parte dum cais que cheira a jornais, morangos e flores. Regressa contente, levou muita gente e nunca se cansa. Parece um barquinho lançado no Tejo por uma criança. Se um dia o Cacilheiro for embora, fica mais triste o coração da água, e o povo de Lisboa dirá, como quem chora, pouco Tejo, pouco Tejo e muita mágoa.





